Canais de comunicação da marca: como engajar e fortalecer

A comunicação multicanal é um dos pilares do sucesso empresarial no mundo moderno. Marcas que focam somente na “rede social do momento” podem perder conexões valiosas com consumidores diversos e, muitas vezes, com o público-alvo.

Neste artigo, você descobrirá os meios de contato ideais para seu negócio e como utilizá-los corretamente para engajar e converter seguidores em clientes.

Você verá por aqui:

  • O que são canais de comunicação de uma marca
  • Como escolher os canais certos para sua marca
  • Canais digitais x canais tradicionais
  • Integração multicanal para fortalecimento do brand
  • Storytelling e canais de comunicação
  • O papel das redes sociais como canal de comunicação
  • Canais de comunicação internos: engajando colaboradores
  • Mensuração e análise de performance nos canais
  • Automação e IA nos canais de comunicação
  • Tendências em canais de comunicação de marca
  • Comunicação multigeracional
  • Desafios e erros comuns na escolha de canais
  • O papel do marketing de conteúdo nos canais de marca
  • Comunicação de crises e canais adequados
  • Engajamento e feedback do público
  • Omnichannel: experiência integrada para o consumidor
  • Como mapear a jornada do cliente para definir canais
  • Boas práticas de comunicação em webinars e eventos digitais
  • Casos de sucesso: marcas que se destacam pelos canais de comunicação
  • Futuro dos canais de comunicação de marca
  • MAVERICK 360: agência com estratégias omnichannel integradas

Aproveite a leitura!

O que são canais de comunicação de uma marca

Os canais de comunicação são os meios pelos quais as empresas dialogam com seus públicos. Eles funcionam como artérias que transportam a identidade e os valores da organização.

Essas ferramentas moldam o branding corporativo e impactam diretamente a percepção sobre a marca. Podemos dividir esses pontos de contato em quatro categorias essenciais:

  • Canais digitais: redes sociais, e-mails e websites;
  • Canais físicos: eventos presenciais, pontos de venda e mídia impressa;
  • Canais internos: intranets e ações de endomarketing;
  • Canais externos: publicidade, ações de endomarketing e assessoria de imprensa focada em stakeholders.

Todos esses canais são poderosos para construir presença de marca consistente, mas é preciso entender como cada um pode ser usado para se conectar de forma eficiente ao público-alvo.

Como escolher os canais certos para sua marca

Uma análise profunda do cenário atual na comunicação é a base para uma escolha certa. Errar nisso compromete seriamente o retorno sobre investimento (ROI).

Considere os seguintes critérios técnicos para tomar uma decisão:

  • Público-alvo: identifique onde seus clientes estão e como consomem informações diariamente;
  • Objetivos da marca: defina se a meta é gerar vendas imediatas ou fortalecer a autoridade;
  • Recursos disponíveis: avalie o orçamento e a equipe necessária para manter cada canal ativo;
  • Alinhamento estratégico: verifique se a plataforma reflete os valores e o tom da empresa.

Uma atenção especial ao último ponto: quando não observado, a comunicação fica vulnerável a modismos de plataformas passageiras ou com daquelas com público totalmente desconectado da marca.

Dois exemplos são o Google+ e o Threads (Meta), que não conseguiram entregar o que prometeram. Enquanto o primeiro fracassou com o baixo engajamento, o segundo ainda patina no mundo digital, funcionando mais como uma "praça pública" para dialogar com o público.

A melhor estratégia é equilibrar os critérios para alcançar uma comunicação integrada.

Canais digitais x canais tradicionais

A disputa entre o moderno e o tradicional é outro ponto a ser analisado com cuidado. Enquanto os meios online oferecem segmentação precisa e dados em tempo real, os físicos garantem autoridade e credibilidade únicas.

Os canais digitais de marca, como redes sociais, newsletters e webinars, permitem uma interação direta e constante. Ações de marketing digital bem elaboradas promovem engajamento imediato e aumento da percepção de valor.

Por outro lado, os meios convencionais como jornais, eventos físicos e revistas, são selos de credibilidade. Eles alcançam nichos específicos, consolidam a confiança e “marcam” um território que muitas vezes o ambiente virtual não consegue pela alta concorrência.

Em 2025, o especialista em Marketing Science Daniel Ishida apresentou dados interessantes sobre quanto tempo os brasileiros gastam em frente a diferentes canais de comunicação. Segundo ele:

  • Navegando na internet em geral: 9h32min;
  • Interagindo nas redes sociais: 3h42min;
  • Assistindo televisão: 4h17min;
  • Ouvindo rádio: 1h58min.

Esses números sinalizam que o cenário ideal é a união de diferentes frentes. Prova disso, dados do Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário indicaram que em 2024 os publicitários concentraram 42% de todas as inserções na TV e 39,8% na internet. Entre os outros espaços populares, destacaram-se os de rua, como outdoors (11,8%), rádios (4%), jornais (1,4%), revistas (0,4%) e cinemas (0,3%).

Integração multicanal para fortalecimento do brand

A integração de diversos pontos de contato é importante para elevar o brand awareness, pois quando a mensagem é uniforme, o público reconhece sua marca instantaneamente em qualquer lugar.

Para isso, é preciso ter uma equipe focada em manter a consistência visual e o tom de voz entre o online e o offline. Essa harmonia fortalece o posicionamento do branding no mercado, cria uma experiência fluida para o consumidor e evita ruídos informativos.

Para alcançar essa sinergia, é preciso planejar cada campanha de forma holística: garanta que o site, as redes sociais e os eventos físicos falem exatamente a mesma linguagem estratégica.

Storytelling e canais de comunicação

O storytelling de marca é uma ferramenta poderosa para transformar mensagens comuns em conexões reais. Ao utilizar narrativas envolventes, a empresa deixa de apenas vender produtos para compartilhar valores e propósitos.

Contudo, é preciso adaptar a história aos diferentes canais de marketing digital e tradicionais. Alguns exemplos:

  • Internet: opte por vídeos curtos e interativos que humanizam a rotina da empresa;
  • Televisão: use narrativas visuais cinematográficas focadas em despertar grandes emoções;
  • Rádio: invista em histórias que estimulam a imaginação e a proximidade;
  • Outdoors: trabalhe com mensagens visuais rápidas e impactantes para consumo imediato nas ruas.

Ajustar os formatos às suas plataformas é o caminho para fazer com que uma marca mantenha sua relevância e diferenciação em diferentes frentes de presença.

O papel das redes sociais como canal de comunicação

Para muitas empresas, o vídeo vertical é visto como o único formato capaz de manter o público constantemente engajado. No entanto, essa percepção não corresponde à realidade.

Os stories, por exemplo, são indispensáveis para garantir alcance imediato junto à base de seguidores. Esses formatos temporários humanizam a marca, fortalecendo uma relação diária e autêntica com a audiência.

Já os posts estáticos e os carrosséis são essenciais para publicar materiais educativos e informações aprofundadas. Quando desenvolvidos com redação especializada e design de alta qualidade, apresentam um poder elevado de retenção, incentivando o salvamento e o compartilhamento, o que contribui para a construção de autoridade duradoura.

A variedade de formatos permite atingir diferentes perfis de usuários, especialmente ao considerar recortes geracionais que tendem a ter maior afinidade com mensagens mais densas e técnicas, como a Geração X (nascidos entre 1965 e 1980) e os Millennials (entre 1981 e 1996).

Canais de comunicação internos: engajando colaboradores

Grandes marcas sabem a importância de investir em comunicação interna e externa simultaneamente. Não se trata somente de manter os trabalhadores informados, é sobre manter um time igualmente engajado.

Quando os canais internos de comunicação são utilizados estrategicamente, os colaboradores se tornam embaixadores naturais da marca. Veja alguns meios que podem ser instrumentos de endomarketing:

  • Newsletters internas: mantêm todos atualizados sobre conquistas e metas da empresa, profissionais de destaque, aniversariantes, premiações e integração de novatos;
  • Intranet estruturada: centraliza documentos e processos, otimizando o tempo de trabalho e facilitando o dia a dia de todos;
  • Reuniões: promovem o alinhamento estratégico e a troca direta de feedbacks;
  • Vídeos institucionais: facilitam o treinamento e reforçam os valores corporativos.

Investir em canais como esses aumenta o sentimento de pertencimento e reduz ruídos, criando um ciclo de sucesso sustentável.

Mensuração e análise de performance nos canais

Utilizar ferramentas analíticas permite monitorar indicadores de desempenho em tempo real, garantindo decisões baseadas em dados. 

Métricas como o ROI revelam a lucratividade das ações em canais específicos. O controle rigoroso evita o desperdício de verbas e direciona investimentos para as estratégias mais rentáveis.

Uma baixa performance nos canais pode indicar gargalos na jornada de compra do cliente. Por isso, é preciso observar os números com atenção para realizar ajustes necessários.

É assim que transformamos dados brutos em inteligência competitiva, fortalecendo a presença da marca e convertendo seguidores e espectadores em consumidores.

Automação e IA nos canais de comunicação

A Inteligência Artificial trouxeram muitos avanços para quem trabalha com comunicação:

  • Mais agilidade no processamento e interpretação de dados;
  • Possibilidade de fazer ajustes em tempo real, 24 horas por dia, elevando a satisfação do usuário;
  • Chatbots e assistentes virtuais que resolvem demandas simples instantaneamente.

Essa eficiência operacional melhorou a experiência do consumidor e elevou a percepção de valor das organizações perante o mercado, já que os erros se tornaram invisíveis.

No mercado digital, essas inovações garantem uma vantagem competitiva sem igual. Marcas que adotam automação inteligente conseguem escalar processos sem perder a essência humana e o cuidado no relacionamento.

Tendências em canais de comunicação de marca

O futuro da autoridade de marca passa pelo uso de tecnologias que estão se popularizando e algumas que ainda são promessas.

Por exemplo, para o objetivo de viralização, os vídeos curtos permanecerão imbatíveis. No entanto, para aprofundar em temas e criar conexões íntimas com ouvintes, os podcasts têm sido mais promissores — já são ouvidos por mais de 30 milhões de brasileiros, segundo matéria do O Globo.

Outro formato que merece atenção é o live streaming, tão poderoso que foi uma alavanca na carreira de grandes personalidades da atualidade, como Casimiro que começou fazendo reações a vídeos antes de criar o império bilionário da CazéTV.

Por fim, temos a promessa do metaverso, onde espaços virtuais poderão oferecer experiências imersivas e exclusivas para os consumidores, como o Roblox, uma das plataformas que mais se aproxima do conceito.

Comunicação multigeracional

Como vimos antes, quando pensamos em diferentes perfis de usuários, devemos olhar para os recortes multigeracionais. Nesse contexto, a Sociologia da Comunicação — que estuda os processos de produção, distribuição e interpretação de mensagens na sociedade — tem muito a contribuir.

Com sua lente analítica, percebemos como cada geração de consumidores acessa e interage com meios como TV, internet e redes sociais.

Compreendemos ainda que não se trata somente de idade. Diferentes faixas etárias também precisam ser observadas por outros ângulos, como gênero, cultura e estruturas sociais.

Encontrar a plataforma certa é ajustar o seu tom de voz ao “timbre” preferido do “ouvido” desejado. É acionar um gatilho de familiaridade que abre as portas para a persuasão.

Desafios e erros comuns na escolha de canais

Pelo que vimos até aqui, não é difícil concluir que muitas empresas falham ao tentar marcar presença em todas as plataformas simultaneamente. Além dos erros técnicos, como compreensão de algoritmos e gerações, o excesso de canais pode dispersar a energia da equipe e diluir o investimento em marketing de performance.

Isso cria uma armadilha: a falta de constância na mensagem. As inconsistências entre o discurso digital e o físico logo aparecem, prejudicando a confiança do cliente e afetando diretamente a autoridade de marca.

Para evitar isso, o caminho é focar na qualidade em vez da quantidade, optando apenas pelos meios que realmente conectam a empresa ao público-alvo.

O papel do marketing de conteúdo nos canais de marca

O marketing de conteúdo é um combustível que alimenta o consumidor no funil de vendas, transformando diversas ferramentas em veículos de educação, atração e fidelização. 

Um ecossistema 360 une branding, assessoria de imprensa, redes sociais, performance, SEO, website,  blogs, newsletters, e-mails, vídeos e outras soluções que trabalham de forma sincronizada, potencializando resultados e garantindo que sua mensagem chegue ao público certo, no momento em que ele está aberto.

Nos canais diretos, como as redes sociais, informações aprofundadas constroem um relacionamento de confiança duradouro entre marca e consumidor, integrando formatos que fazem com que a narrativa corporativa seja compreendida de forma clara.

Nessa perspectiva, a fragmentação da comunicação é outro erro que pode custar caro na condução do lead por toda a jornada devido a desencontros entre os profissionais.

O ponto que precisa ficar claro é: conteúdo não é apenas entretenimento. Ao alinhar mensagens em todos os meios, a marca consolida sua presença digital e física.

Comunicação de crises e canais adequados

Por diversos motivos, podem surgir crises que precisam de respostas rápidas para proteger a reputação da empresa. O que fazer nessas horas? 

O gerenciamento de momentos adversos exige agilidade e precisão na escolha das plataformas. Quando pensamos em crises e escândalos de grande escala, os comunicados oficiais no site e assessoria de imprensa entram como protagonistas.

Esses meios transmitem a seriedade necessária e garantem que a posição da empresa chegue aos principais veículos.

Para problemas operacionais pontuais, as redes sociais e o SAC digital são mais eficazes. Eles permitem um diálogo direto com os afetados, demonstrando transparência e disposição para solucionar conflitos.

O segredo está na preparação prévia. Ela determina o sucesso da contenção. Ter um plano de contingência é uma habilidade que especialistas em comunicação desenvolvem para que cada meio tome decisões assertivas e proteja o valor da organização.

Engajamento e feedback do público

Com as mudanças no comportamento do consumidor, não são raras as vezes em que uma marca precisa transformar sua comunicação. A chave é ouvir ativamente o que o público diz para se reaproximar.

Fazemos isso de forma proativa, com ferramentas como enquetes, caixas de perguntas, entrevistas focais e análise de comentários para colher as novas percepções de forma orgânica.

Esses feedbacks funcionam como uma consultoria gratuita e permitem aprimorar produtos e serviços com base nas necessidades reais de quem consome.

É a troca constante que fortalece o relacionamento e garante que a marca continue evoluindo no mercado.

Omnichannel: experiência integrada para o consumidor

Quando focamos na comunicação integrada dos canais de marca, usamos a estratégia omnichannel. Ela nos permite transitar entre o físico e o digital sem rupturas.

Esse alinhamento entre o offline e o online garante uma jornada fluida, pois conecta benefícios diretos com a percepção de valor da marca. Três formas de fazer isso são:

  • Consistência de dados: informar o estoque e preços de forma unificada em todos os pontos;
  • Conveniência real: oferecer a possibilidade de comprar online e retirar o produto na loja física;
  • Fidelização elevada: promover experiências sem atritos para aumentar a satisfação e a recorrência do consumidor.

A integração total permite que a empresa acompanhe o cliente em cada etapa, eliminando barreiras no processo de decisão e tornando a conversão muito mais natural e rápida.

Como mapear a jornada do cliente para definir canais

Identificar onde e como seu público interage permite uma alocação de recursos muito mais inteligente. Mas para definir os canais ideais, é preciso analisar os hábitos e as preferências de consumo. 

Focamos nos seguintes elementos para estruturar esse mapeamento técnico:

  • Pontos de contato: identificamos todos os momentos em que o cliente encontra sua marca no dia a dia;
  • Preferências de consumo: descobrimos quais formatos de conteúdo o público consome com maior frequência e facilidade;
  • Momentos-chave: após análise de dados, determinamos as etapas decisivas onde uma mensagem certa pode converter um lead em comprador.

Compreender toda essa jornada permite que a empresa esteja presente nos locais exatos onde o desejo de compra floresce.

Boas práticas de comunicação em webinars e eventos digitais

Porta-vozes bem treinados são atores importantes para a realização de eventos online impactantes. Essa ferramenta consolida o branding digital, demonstra autoridade técnica e interage diretamente com uma audiência altamente qualificada e interessada.

Para o sucesso dessas ações, o media training faz toda a diferença. Além de capacitar o porta-voz, ensina como preparar apresentações visualmente alinhadas à identidade visual, reforçar a lembrança e o profissionalismo.

A jornalista Guta Zeni, no artigo “Media training: comunique-se mais e melhor” mostra como que, apesar de ser conhecido, esse é um ponto que muitas vezes é subestimado e pouco valorizado dentro da estratégia de comunicação.

Essa preparação é fundamental para webinars e eventos digitais, transformando-os em ativos valiosos para a construção de relacionamentos.

Casos de sucesso: marcas que se destacam pelos canais de comunicação

Observar grandes empresas revela como o marketing de marca pode ser potencializado pela escolha correta de meios de comunicação. 

Um exemplo clássico é o uso de SAC, e grandes marcas sabem disso. Na pesquisa da Blend New Research e Estadão de 2025, várias marcas se destacaram por excelência no atendimento aos consumidores, como Nubank, VIVO fibra, Starbucks, Magazine Luiza e iFood.

Pequenas empresas também podem brilhar, mesmo sem chatbots ou canais com estrutura de TI robusta. Directs em redes sociais e WhatsApp são excelentes canais para esses casos.

Futuro dos canais de comunicação de marca

A Inteligência Artificial redefiniu o marketing. Com as IAs generativas podemos criar conteúdos hiperpersonalizados em escala, transformando a maneira como as marcas dialogam individualmente com cada consumidor.

No entanto, a automação sozinha não faz milagres. A criatividade humana é que garantirá que a mensagem chegue de forma impactante. O futuro exige uma integração fluida onde a tecnologia se une a especialistas experientes e sensíveis às relações de consumo para fortalecer a conexão e a relevância.

Por isso, precisamos apontar outro erro grave que as marcas podem cometer: apostar somente na comunicação artificial, sem personalização, comprometerá a fidelização e a conversão.

MAVERICK 360: agência com estratégias omnichannel integradas

Com tudo que vimos ao longo deste artigo, não poderíamos deixar de apontar uma solução completa às empresas que buscam uma agência que atua em todos os canais de comunicação da marca, com estratégia real de engajamento e fortalecimento.

Nesse mercado, a MAVERICK 360 se destaca, dominando todas as vertentes da publicidade, com equipe multidisciplinar que une branding, performance e tecnologia para construir uma comunicação corporativa de alta excelência.

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Dúvidas comuns sobre canais de comunicação de marca

1. O que é posicionamento de marca e por que ele é importante?

O posicionamento de marca é o lugar que ela ocupa na mente do consumidor. Ele diferencia seu negócio da concorrência, constrói autoridade e orienta toda a estratégia de comunicação para atrair o público certo.

2. Como escolher o posicionamento correto para a minha marca?

Identifique seu diferencial competitivo e entenda profundamente as dores do público-alvo. O posicionamento ideal une os valores da empresa às necessidades do mercado, garantindo relevância e uma presença de marca autêntica em todos os canais selecionados.

3. Qual a diferença entre anding e posicionamento de marca?

O branding é a gestão global da marca, envolvendo identidade e valores. Já o posicionamento é uma etapa estratégica do branding que define como a empresa deseja ser percebida em relação aos seus concorrentes diretos no mercado.

4. Como o posicionamento de marca pode impactar minhas vendas?

Um posicionamento sólido gera confiança e reconhecimento, facilitando a decisão de compra. Ao destacar benefícios, a empresa atrai leads qualificados, aumenta a retenção e permite a prática de preços premium, elevando o ROI.

5. Quando é necessário mudar o posicionamento de uma marca?

Mude quando houver perda de relevância, crises irreversíveis, mudanças drásticas no comportamento do consumidor ou novos concorrentes dominantes. O reposicionamento é necessário para revitalizar a imagem corporativa e alinhar a oferta às novas demandas tecnológicas e sociais do mercado atual.

6. Posicionamento de marca digital: como adaptar para o ambiente online?

No ambiente online, o posicionamento exige agilidade e personalização. Adapte a mensagem para formatos digitais, mantenha a consistência visual em redes sociais e utilize dados em tempo real para fortalecer o branding digital e a interação direta.

7. Como a inteligência artificial pode ajudar no posicionamento de marca?

A IA analisa grandes volumes de dados para identificar tendências e comportamentos. Ela ajuda a personalizar mensagens em escala, otimiza o marketing de performance e garante que o posicionamento seja entregue de forma precisa ao consumidor ideal.

8. Posicionamento de marca e público-alvo: qual a relação?

A relação é de total dependência. O posicionamento é construído para ressoar com as crenças e desejos de um público-alvo específico; sem conhecer quem você atende, a mensagem perde força e a comunicação estratégica torna-se ineficaz.

AUTOR DO TEXTO:
Josimar de Souza Silva
Redator
Formado em Ciências Sociais pela Faculdade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), Josimar já atuou como analista e coordenador de projetos sociais e socioambientais.

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